Blog Clara Nunes

04 novembro 2017

O memorial Clara Nunes no Programa Terra de Minas


PROGRAMA TERRA DE MINAS 
GLOBO MG
04 novembro 2017
14 hs 


                                            http://redeglobo.globo.com/globominas/terrademinas/

02 novembro 2017

O filme "Clara Estrela"


“CLARA ESTRELA” DOCUMENTA CLARA NUNES EM PRIMEIRA PESSOA.





Por Celso Sabadin.
Será exibido nesta sexta-feira (03/11) no Festival de Conservatória, Rio de Janeiro, o mais que bem-vindo documentário “Clara Estrela”, que retrata uma das maiores cantoras populares da nossa música: Clara Nunes.
O filme começou a ser pensado em 1998, a partir da constatação que de não havia na cinematografia brasileira uma obra audiovisual sobre uma intérprete tão importante. Assim, os irmãos Renata e Rodrigo Alzuguir mergulharam na pesquisa e radiografaram os aspectos pessoais e profissionais da artista mineira. A família de Clara, bem como o compositor Paulo César Pinheiro, seu viúvo, abraçaram o projeto e disponibilizaram seus acervos.
“Clara Estrela” faz a feliz opção de basear toda a sua linha narrativa inteiramente na figura da biografada. Isto é, seja através de sua própria imagem captada na época em entrevistas de rádio e TV, seja através de depoimentos na mídia impressa (neste caso, reproduzidos na voz de Dira Paes), a única pessoa que fala no filme é a própria Clara Nunes. O resultado é uma obra sincera, verdadeira e emotiva, que desta forma se distancia  da tradicional fórmula dos depoimentos prestados por terceiros, nem sempre muito atraente.
Muito apropriada ainda a opção do filme de não entrar nem supervalorizar as questões polêmicas que evolveram a morte prematura da cantora, preferindo focar no que realmente interessa, ou seja, sua obra, sua arte, e na maneira através da qual Clara Nunes venceu barreiras e preconceitos profissionais.
É o chamado documentário que realmente documenta, direto, objetivo, emocional e necessário.
A direção é de Susanna Lira e Rodrigo Alzuguir. Susanna tem em seu currículo os filmes Legítima Defesa (2017), Intolerância.doc (2016), Mataram Nossos Filhos (2016),  Levante! (2015); Damas do Samba (2015), Porque Temos Esperança (2014), Uma visita para Elizabeth Teixeira (2011), Positivas (2010), Contracena (2009) e Câmera, Close! (2005). Escritor, música e pesquisador, Rodrigo faz aqui sua estreia na direção de cinema.
 http://www.planetatela.com.br/critica/clara-estrela-documenta-clara-nunes-em-primeira-pessoa/


30 outubro 2017

Clara em 1973


Observem esse momento da música brasileira: Nelson Motta entrevistando a nossa belíssima Clara Nunes sobre o seu lançamento de 1973! O disco, o sexto da carreira da cantora, abria com o lindo samba "Tristeza pé no chão”, de Armando Fernandes "Mamão".
O jornalista Nelson Motta, que completa hoje 73 anos, é testemunha de boa parte do que aconteceu na música brasileira nos últimos anos, do samba ao rock, passando por outros gêneros e momentos.
Como compositor, Nelsinho escreveu desde parcerias com Dori – "Saveiros", vencedora do Festival Internacional da Canção de 1966) – até grandes sucessos radiofônicos – "Como uma onda" (Zen surfismo), com Lulu Santos.
A coleção Nelson Motta faz parte do Acervo do MIS / Museu da Imagem e do Som e é constituída, basicamente, por fotografias de artistas e personalidades de destaque no mundo do cinema nacional e internacional, do teatro, da televisão e da música popular brasileira.
Crédito: Fotografia sem assinatura. Coleção Nelson Motta. Acervo MIS.


28 outubro 2017

Filme de Chacrinha terá Clara Nunes

Laila Garin interpretará Clara Nunes em filme sobre a vida de Chacrinha

PATRÍCIA KOGUT
Laila Garin (Foto: Globo/Paulo Belote)Laila Garin (Foto: Globo/Paulo Belote)

Depois de viver Elis Regina no teatro, Laila Garin interpretará outra importante cantora, mas agora nos cinemas. Ela será Clara Nunes no filme sobre a vida de Chacrinha.
 http://kogut.oglobo.globo.com/noticias-da-tv/coluna/noticia/2017/10/laila-garin-interpretara-clara-nunes-em-filme-sobre-vida-de-chacrinha.html

LAILA GARIN SERÁ CLARA NUNES EM FILME SOBRE CHACRINHA

Atriz fez sucesso como Elis Regina, no cinema

Depois de viver Elis Regina no teatro, Laila Garin vai interpretar outra importante cantora, mas agora nos cinemas. A colunista Patrícia Kogut, do jornal O Globo, conta que ela será Clara Nunes no filme sobre a vidade Chacrinha.
O longa Velho Guerreiro, dirigido por Andrucha Waddington, está sendo rodado na cidade de Petrópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro. Eduardo Sterblich interpreta o apresentador em sua juventude.

10 outubro 2017

Filme ilumina ideologia e voz de Clara sem devassar a intimidade da estrela



Ao fim da primeira sessão de 'Clara estrela', no Festival do Rio, muitos olhos estavam marejados. Acho que consigo explicar a razão dessa emoção na resenha do documentário sobre Clara Nunes publicada na minha coluna no portal G1: (Mauro Ferreira)






Há cena no documentário Clara estrela que é a senha para entrar no universo temático desse filme de Susanna Lira e Rodrigo Alzuguir que estreou ontem, 9 de outubro de 2017, na 19ª edição do Festival do Rio. É a cena em que a cantora mineira Clara Nunes (12 de agosto de 1942 – 2 de abril de 1983), ao ser entrevistada em programa de TV comandado pela apresentadora Marília Gabriela, revela que não expõe na mídia a vida particular e que não gosta de ter a intimidade devassada.

Projeto existente desde 1998 e viabilizado a partir de parceria entre a Modo Operante Produções e o Curta!, o documentário Clara estrela se situa dentro dos limites propostos pela artista naquela entrevista, iluminando a voz e a ideologia de Clara sem expor a intimidade da estrela, cuja história de vida é contada com clareza na excelente biografiaClara Nunes – Guerreira da Utopia (Ediouro, 2007), lançada há dez anos. Nem por isso, o filme deixa de ser igualmente excelente, de cativar e de emocionar por conta da voz e da ideologia já em si luminosas da cantora.

Embora a voz de Vinicius de Moraes (1913 – 1980) seja ouvida em off em depoimento de 1973 no qual o compositor e poeta carioca avalizava a estrela em ascensão, a única pessoa que fala e que tem a palavra final neste filme narrado e roteirizado na primeira pessoa é a própria Clara Nunes. Clara fala através de trechos de entrevistas concedidas a programas de televisão (em maioria, programas conduzidos com sensibilidade por Marília Gabriela) de reproduções de declarações da artista a jornais e revistas – ouvidas em off na voz da atriz Dira Paes, escolha acertada porque, em alguns momentos, os timbres das vozes de Dira e Clara soam similares – e, sobretudo, do canto resplandescente.

É arrepiante quando a tela se ilumina no momento em que o filme mostra Clara cantando na Suécia o samba-enredo Ilu ayê (Terra da vida) (Cabana e Norival Reis, 1972) com o toque da Orquestra Filarmônica de Estocolmo. Essa é uma das imagens mais raras exibidas pelo documentário aberto com a imagem do também raro take do afro-samba Tributo aos orixás (Mauro Duarte e Ruben Tavares, 1972), cantado por Clara com o toque preciso da percussão de Naná Vasconcelos (1944 – 2016).



Pontuado por clipes, números musicais de apresentações em TV e entrevistas da cantora, o documentário Clara estrela é roteirizado por Rodrigo Alzuguir em ordem cronológica em narrativa que começa com imagens da artista na mineira cidade natal de Paraopeba (MG), onde viveu uma infância pobre. A presença forte do pai, conhecido como Mané Serrador, é evocada por Clara várias vezes ao longo desse filme que conta a odisseia da então iniciante cantora na cidade do Rio de Janeiro (RJ), onde a artista cantou na noite e onde iniciou em 1966, na gravadora Odeon, uma carreira fonográfica que somente entrou totalmente no tom em 1971, ano em que o radialista Adelzon Alves criou a imagem afro-brasileira à qual Clara ficou associada desde então.

Adelzon Alves foi o produtor do álbum, Clara Nunes (1971), que marcou a entrada definitiva da cantora no terreirão do samba. Adelzon foi também namorado de Clara, em caso que fica subentendido em breve depoimento da artista sobre o amor. Já a união com Paulo César Pinheiro, iniciada em 1974 e oficializada em 1976, é celebrada claramente pela cantora. Pinheiro assumiria a partir de 1976 a produção dos discos de Clara, atenuando um pouco a imagem afro-brasileira criada por Adelzon, mas sem afastar a cantora dos santos e orixás que regeram a vida e (parte do) repertório da artista.

Quando encadeia em sequência três números em que Clara dá voz ao sucesso que a projetou definitivamente em escala nacional, Conto de areia (Romildo Bastos e Toninho Nascimento, 1974), Clara estrela mostra como a cantora cantava também com o corpo em gestual que valorizava a interpretação. O dueto com o cantor e compositor carioca João Nogueira (1941 – 2000) em Mineira (João Nogueira e Paulo César Pinheiro, 1975), samba feito para exaltar a cantora e por isso mesmo nunca gravado por ela, corrobora a fina sintonia entre voz e gestual que potencializava o carisma e a luminosidade de Clara.

Quando Clara estrela termina e rolam os créditos finais ao som do samba Guerreira(João Nogueira e Paulo César Pinheiro, 1978), o mix envolvente de falas e números musicais já deixou aflorar no espectador a emoção e a certeza de que Clara Francisca Gonçalves foi ser de luz. (Cotação: * * * *)

(Créditos das imagens: cartaz do filme Clara Estrela. Clara Nunes em foto de Iolanda Husak)

06 outubro 2017

Vem aí nos cinemas : Clara Estrela


"Clara Estrela"

Diretora celebra filme sobre Clara Nunes: "Nosso caldeirão mestiço"

Longa conta a trajetória da cantora, que morreu aos 40 anos, em 1983

Toda vestida de branco, Clara Nunes chamava a atenção com seu visual afro
Toda vestida de branco, Clara Nunes chamava a atenção com seu visual afroDivulgação/Iolanda Husak
Clara Nunes foi uma das cantoras mais importantes do Brasil. Apesar de ter morrido precocemente aos 40 anos, em 1983, a voz multicultural de Clara segue inovadora.
Mesmo assim, não existia até então um documentário sobre a intérprete. Pensando nisso, Susanna Lira e Rodrigo Alzuguir fizeram Clara Estrela, em parceria com o canal de TV independente Curta!

"Clara cantou as alegrias e tristezas do povo que tanto a amava"
Susanna Lira
Clara Nunes virou filme
Clara Nunes virou filmeDivulgação



O filme é editado sob a perspectiva da própria cantora mineira, através de entrevistas de época. Já as reportagens impressas são narradas pela atriz Dira Paes.
A família de Clara, bem como o compositor e viúvo, Paulo César Pinheiro, aderiram à idéia do projeto e disponibilizaram seus acervos.
Em imagens emocionantes, o documentário relembra como a cantora foi importante para o empoderamento feminino, a intolerância religiosa e outros temas que estão em evidência hoje em dia.
Susana se comoveu enquanto fazia a pesquisa.
— O que mais nos chamou a atenção é a atualidade da obra. As questões que ela defendia e acreditava estão todas até hoje sendo discutidas pela sociedade. É impressionante como, depois de mais de 30 anos da morte dela, Clara continua tão presente.
Divina representante da nação mestiça do Brasil, Clara traduziu o País através da música sem fronteiras. A diva da MPB misturava tudo em um mesmo caldeirão sonoro: samba, forró, cantigas de louvor e o que mais viesse. Dessa forma, surgiram sucessos como Conto de AreiaCanto das Três RaçasFeira de Mangaio e Morena de Angola.
Clara Nunes quebrou tabus
Clara Nunes quebrou tabusDivulgação
Além disso, a figura mística da cantora chamou a atenção. Depois de sua primeira excursão pelo continente africano, a estrela encontrou suas raízes e se cercou de sambistas como Cartola e Candeia.

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A diretora do filme elogia a força da guerreira.
— A artista assumiu um posicionamento de fé muito raro naquela época e quebrou muitos padrões. Clara lutou muito para ser a primeira mulher a ter recorde de vendagens de discos no Brasil. Ela foi doçura e força na mesma pessoa.
Clara Estrela estreia no Festival Mimo de Cinema, nesta sexta-feira (6), em Paraty (RJ). Após passar em festivais, o longa será exibido com exclusividade no Curta! no primeiro semestre de 2018. A diretora ainda informa que está tentando negociar para que o documentário seja exibido em salas de cinema pelo País.
Para saber mais sobre a obra, o R7 conversou com Susanna Lira.
R7 — Qual é a importância de Clara Nunes para o Brasil?
Susanna Lira — 
Ela representa o caldeirão mestiço brasileiro e cantou as alegrias e tristezas desse povo que tanto a amava. Também assumiu um posicionamento de fé muito raro naquela época e quebrou muitos padrões. Ela é doçura e força na mesma pessoa. Foi uma menina do interior de Minas que saiu de lá e lutou muito para ser a primeira mulher a ter recorde de vendagens de discos no Brasil. Clara está, até hoje, eternizada em nossa memória.
"Clara Nunes quebrou muitos padrões"
Susanna Lira
R7 — Quanto tempo vocês levaram para fazer o documentário?
Susanna Lira —
 A jornada para a realização do filme tem quase 20 anos. Foram pesquisas e muita luta envolvida para que chegássemos até aqui. Mas acho que veio na hora certa!
R7 — A cantora conta sua própria trajetória através de entrevistas. Como surgiu a ideia?
Susanna Lira — 
Tínhamos entrevistas de outras pessoas gravadas, mas achamos que o material de arquivo era tão rico, então decidimos deixar a Clara falar por si.
Clara Nunes sintetiza o caldeirão cultural brasileiro
Clara Nunes sintetiza o caldeirão cultural brasileiroDivulgação/Wilton Montenegro
R7 — E a Dira Paes narra as reportagens impressas...
Susanna Lira — 
Editamos muitos depoimentos da Clara para TV e rádio, mas era necessário ter uma narradora para as entrevistas imprensas. Então, escolhemos a Dira, que é uma atriz que também representa o povo brasileiro.
R7 — Qual foi o fato que mais chamou a atenção nas pesquisas?
Susanna Lira — 
A atualidade da obra dela. As questões que a Clara defendia e acreditava estão todas até hoje sendo discutidas pela sociedade. É impressionante como, mais de 30 anos depois de sua morte, ela continua tão presente.
R7 — Ela faceleu de uma forma muito trágica, por insuficiência cardíaca. Como vocês mostraram isso?
Susanna Lira —
 A morte dela é representada de forma muito poética...
R7 — Você conversou com familiares e amigos da cantora? E já mostrou o filme para alguém?
Susanna Lira —
 A única pessoa da família de Clara que viu o filme foi o viúvo dela, o compositor Paulo César Pinheiro. Ele elogiou bastante, então isso foi muito importante para nós.
R7 — Esse é o primeiro documentário sobre Clara, sendo que já se passaram mais de 30 anos da morte dela. O Brasil tem memória curta?
Susanna Lira — 
No Brasil, raramente conseguimos fazer justiça com um artista. Estamos começando a realizar esses filmes, então espero que a gente consiga construir uma cinebiografia que faça jus a memória desses grandes nomes.



04 outubro 2017

Clara Estrela - o filme documentário

Estreia de filme sobre Clara Nunes será marcada por protesto contra a intolerância religiosa

POR MARIA FORTUNA
Clara Nunes
A estreia de “Clara Estrela”, documentário sobre Clara Nunes, cantora cheia de referências religiosas em sua música, será marcada por um protesto contra a intolerância religiosa. A equipe, ecumênica, vestirá branco na sessão especial filme, no próximo dia 9, no Festival do Rio, para pedir respeito e compaixão a qualquer tipo de fé. “É um manifesto pacífico pelo amor incondicional”, diz Suzanna Lira, diretora do longa, ao lado de Rodrigo Alzuguir.
Segue a história


O filme, que levou 20 anos para ficar pronto, conta a trajetória de Clara através de imagens de arquivo, entrevistas em programas de TV, revistas e jornais (narrados por Dira Paes) sobre assuntos atualíssimos. “Clara já falava de feminismo, da importância do negro na cultura brasileira e, claro, sobre a intolerância religiosa”, conta Suzanna.
http://blogs.oglobo.globo.com/gente-boa/post/estreia-de-filme-sobre-clara-nunes-sera-marcada-por-protesto-contra-intolerancia-religiosa.html?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=compartilhar

02 outubro 2017

Clara Estrela, o documentário estréia no Rio 09 de outubro


Clara Estrela




Clara Estrela

Clara Estrela

Clara Estrela

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O filme narra em primeira pessoa a trajetória da cantora Clara Nunes, que conquistou o Brasil e vários países do mundo. Além do trabalho de pesquisa audiovisual, o filme traz depoimentos de mídia na narração da atriz Dira Paes, revelando um pouco mais dessa personagem que, mesmo passados mais de 30 anos de sua morte, permanece em lugar de destaque na história da música popular brasileira.​
As sessões no(s) cinema(s) Espaço BNDES são gratuitas. Consulte os cinemas para a distribuição de senhas no local.
As sessões no(s) cinema(s) Cinepolis Lagoon 5 e Cinepolis Lagoon 6 possuem venda pela ingresso.com.
Consulte o(s) cinema(s) Ponto Cine para adquirir seus ingressos.
DIASESSÃOCINEMA
Segunda, 09/1018:00*Cinepolis Lagoon 5
Segunda, 09/1018:00*Cinepolis Lagoon 6
Terça, 10/1018:00Espaço BNDES
Quarta, 11/1014:00Ponto Cine
* Sessão com convidado(s)
20% dos ingressos disponíveis para cada sessão serão vendidos no dia da exibição do filme, no respectivo cinema, a partir do início do horário de funcionamento de sua bilheteria.
https://www.terra.com.br/diversao/cinema/adorocinema/mimo-2017-festival-com-filmes-sobre-musica-divulga-sua-programacao,a17d9201206f5e362f31486f506334c1xx5n7lf3.html